Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.
2 Comentários:
Lá longe vão as vozes que feriram a face do silêncio.Lá longe vão os anos que impuseram a nós este momento. Muito, muito longe vão as garras que rasgaram os véus da nossa ignota civilização. Aqui, logo aqui adinte, está o pé do primeiro passo. Está a brisa a soprar as velas dos nossos caminhos. Aqui, bem aqui, dentro de nós, começa o novo...
Deslumbrante!
Obrigada, JL SIlva, pelos seus comentários que muito enriquecem este meu espaço poético e musical. Bem haja!
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